UIA!

domingo, 16 de outubro de 2011

Ai de mim, mulher!

 Perdida em si mesma, mulher que sente, mulher que ama, mulher que chora, mulher que canta...
... Anda por veredas desconhecidas, enche o caminho de flores e também de espinhos, que trás amor e encanta aos olhos, mas que carrega em si o fardo de decidir viver, daqui dali, de cá pra lá, onde muitos vêem mas poucos na verdade enxergam.
Vive, e vivendo se faz presente, na duvida que trás o tempo, questiona-se, perde-se, acha-se.
Sabe o que é certo, mas não sabe de certo onde tal proeza leva, a proeza de acertar.
Por vezes ajusta-se ao padrão do que é certo, e em meio a pormenores vive errante. Nesta contradição de vida, sonha em ser feliz, sonha em não temer, sonha apenas em estar com quem ama.
Mulher, aí de mim, mulher! Leva em si a fonte de toda a vida, dispersa-se  em vãos pensamentos e intensifica fatos e ações. Ai de mim, mulher, que não sabe onde vai chegar, se quer chegar ou como vai chegar!

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